Quem sou eu

uberaba, mg, Brazil
OLA!!MEU NOME E MARILIA MAIA,,GOSTO DE TUDO QUE E RELACIONADO A ARTES,PAISAGISMO,DECORAÇAO E MUITO MAIS,SEJAM BEM VINDOS A MINHA PAGINA.DEIXEM SEUS COMENTARIOS,RECADOS,OK,BEIJINHOS A TODOS. ESTOU NO INSTAGRAM TB ME SEGUEM NO INSTAGRAM TB LINK; http://instagram.com/mayamarilia

Seguidores

Ocorreu um erro neste gadget

Total de visualizações de página

Convidar seus amigos

BLOG DE MARILIA MAIA

4 de jun de 2011

BLOG DE MARILIA MAIA: ALMOFADAS POR STUDIO ROBERTO REIS

BLOG DE MARILIA MAIA: ALMOFADAS POR STUDIO ROBERTO REIS

http://studiorobertoreis.blogspot.com/

ALMOFADAS POR STUDIO ROBERTO REIS

As eternas almofadas
Existindo em vários tamanhos e formatos, não precisa de muitas para renovar um ambiente – basta trocá-las de lugar ou de fronha! Saiba como decorar e bem, utilizando exclusivamente almofadas.

1. Numa decoração moderna, escolha sempre um número impar de almofadas, ou seja 3 ou 5 almofadas juntas ficam visualmente mais apelativas do que 4 ou 6. Adicionalmente, as almofadas grandes ficam mais bonitas do que um grupo de almofadas pequenas, que acabam por distrair o olhar e dotar a decoração de ruído visual. Os formatos devem recair sobre o típico quadrado e o cada vez mais popular retângulo; privilegie tecidos como o algodão e o linho, perfeitos para exibir cores fortes e padrões geométricos.
2. Para uma decoração clássica, que requer uma certa simetria e formalidade, um número de almofadas par é ideal e o tamanho deve ser adequado à peça que adornam. Os padrões clássicos incluem os florais, adamascados, cornucópias, axadrezados, listados e monogramas… mas não todos ao mesmo tempo; brinque com a combinação de cores e texturas (veludo, seda…). Pode expor almofadas quadradas com almofadas redondas, desde que estejam em número par.
3. Tem um estilo mais eclético? Então a decoração com almofadas deverá reflectir esse ambiente: grandes e expostas em números ímpar (duas numa ponta do sofá e uma noutra, por exemplo) para conseguir um visual descontraído. O estilo eclético define-se pela sua diversidade e excentricidade onde, aparentemente, nada combina – no caso das almofadas, pode perfeitamente escolher um grupo de cinco todas diferentes em termos de textura e padrões, mas faça questão de optar por uma cor que funcione como o elo de ligação.
4. No Verão opte por capas em tons mais claros e em tecidos frescos; no Inverno volte a colocar as capas em tons mais escuros e em tecidos quentes e aconchegantes. Da mesma forma que pode ter capas sazonais para a quadra natalícia ou pascal.
5. Evite combinar as cores das almofadas com a cor do objeto que adornam (cama, sofá, cadeira…), ou seja, prefira escolher tons complementares e que estejam presentes na restante paleta de cores do ambiente. Por exemplo: numa sala de estar dominada pelo laranja, bege e castanho chocolate, não faz muito sentido decorar com almofadas azuis.
6. Em espaços que foram decorados com uma paleta de cores neutra e/ou monocromática, não precisa mais do que uma mão cheia de almofadas numa cor sólida e dramática para dar um toque final.
7. Parece que falta algo de especial no quarto de dormir? Adicione à cama uma série de almofadas complementares em termos de cores, mas diferentes em termos de tamanhos. Conforto e aconchego instantâneo!
8. Não reserve as almofadas exclusivamente aos sofás ou às camas, escolhendo modelos de grandes dimensões para colocar no chão, num recanto junto à lareira, no quarto das crianças ou num nicho reservado à leitura no escritório.
9. As almofadas podem ser cobaias perfeitas para fazer o test-drive de uma nova cor em casa, ou seja, quer incluir o laranja ou o vermelho na sua decoração, mas não tem a certeza se vai gostar? Comece pelas almofadas: é uma opção segura e económica.
10. Seja criativo e utilize almofadas para decorar locais inesperados: colocadas sobre um banco na casa de banho, empilhadas no chão num recanto do corredor ou nas cadeiras da cozinha. Porque não?
11. Utilize as almofadas como obras de arte, adquirindo peças únicas, pintadas à mão, adornadas com lantejoulas, brilhantes, botões ou borlas; estampadas com ilustrações ou motivos originais.
12. Dê um ar fresco no interior de casa com almofadas inspiradas na Mãe Natureza – cores terra (castanhos, verdes, laranjas, vermelhos e amarelos), sem esquecer os motivos florais e botânicos.

Leve as almofadas para a rua, utilizando-as para tornar ainda mais confortáveis os ambientes de exterior existentes nas varandas, terraços, jardins e pátios. As cores vibrantes animam qualquer espaço lá fora e, para um impacto ainda mais forte, escolha cores que não são habitualmente utilizadas no exterior – caso do branco, preto e cinza. A vantagem das almofadas é que as capas









saem e podem ser facilmente lavadas!
Postado por STUDIO ROBERTO REIS às 10:06

3 de jun de 2011

BLOG DE MARILIA MAIA: STUDIO ROBERTO REIS

BLOG DE MARILIA MAIA: STUDIO ROBERTO REIS
http://studiorobertoreis.blogspot.com/

STUDIO ROBERTO REIS

sexta-feira, 3 de junho de 2011
O que é ser designer contemporâneo?
Numa perspectiva medíocre e pouco ambiciosa, o designer contemporâneo vive ancorado à estabilidade que a economia/ mercado lhe oferece e propõe. Infelizmente, na nossa sociedade está cada vez mais implementado que o design está ligado ao consumo. O esforço nobre dos designers que trabalham na indústria da publicidade, mal gasta-se em propósitos triviais, que em pouco ou nada contribuem para a prosperidade da humanidade.
O consumismo seduz cada vez mais a sociedade por oferecer meios mais lucrativos, eficazes e desejáveis. É por isso que quando se navega em sites de design, descobrimos afirmações tais como: "Mudou o olhar, a percepção, a intenção - mudou o mercado. Pelo menos no que diz respeito ao produto para a casa. E depois ainda acrescentam: "Mas o que mudou? (...) Podemos dizer que a mais clara evolução é o estrelato alcançado pelo design no mundo. De ingrediente estético-formal transformou-se em ferramenta para a competitividade, alavanca da produtividade. O mais grave nestas afirmações é que a sociedade de hoje acredita verdadeiramente nisto.
Alcançamos um ponto de saturação tal, que o mais agudo dos gritos que o mercado de consumo nos lança, não é mais do que ruído. Daqui resultam projetos de design de pouca ambição, que se contenta com a resposta imediata àquilo que é previsível pelo mercado. É um design que não contribui para o crescer da sociedade, com o crescer de novas procuras, novas ideias e buscas, preferindo se contentar com o que já existe, sem inovar.
Fala-se aqui de todo o design que está submetido aos interesses económicos, deixando para segundo plano aquilo que é a dimensão cultural.
Mas o designer tem de ambicionar e libertar-se, e ir muito para alem do que o mercado lhe oferece. O design apenas é capaz de se libertar quando deixa de estar ao serviço dos interesses económicos, e passa a mergulhar na dimensão cultural, encontrando a liberdade de se conhecer a si próprio e a sua própria linguagem.
Antes de tudo, o designer quer e deseja mudar o mundo. Mas para o mudar é necessário conhecer-lhe as entranhas, para criar novas manifestações.
O papel do design é acompanhar a evolução na dimensão política, social e ética, e tendo a responsabilidade de contribuir para o crescimento da sociedade, transfigurando-se à realidade e àquilo que já existe, e a si mesmo. A mudança passa pela sua libertação da sociedade e da vida a que estamos confinados.
O designer contemporâneo é aquele que está em alerta permanente ao mundo que o rodeia. É um conhecedor profundo de todos os fenómenos ocorridos na sociedade. Todos estes fenómenos são vividos no seu interior, passando por um processo crítico e analítico, capaz de servir para projetos de design futuros.
Como qualquer outra manifestação da cultura o design organiza-se segundo forças concorrentes, que ao interligá-las forma novas manifestações. Por outras palavras, o designer ao estar a par do mundo, tem de ter a capacidade de cruzar esse conhecimento, de maneira a criar novas linguagens.
Mas qual o papel do designer na sociedade? O designer tem de interagir com a sociedade, tem de intervir no objeto que produz, numa atitude complexa e intensa. Quer isto dizer que, o designer está em permanente actividade, numa atitude de cumplicidade com toda a gente. Mas o olhar crítico e atento é essencial na sua formação.
Ao contrário do que os objetos de consumo nos dizem, que aparentam dar respostas finais, no design ambicioso não existem certezas. O designer tem de viver exatamente em permanente procura, sendo capaz de pôr os seus próprios proje








tos em causa, confrontando-os, e nunca tomá-los como finais. Faz parte de um projeto de design o caminho da procura, do ensaio.
Conclui-se assim que o design é feito de um mundo de incertezas e sem limites, capaz de dar asas àquilo que pode nascer.
Postado por STUDIO ROBERTO REIS às 05:06 0 comentários
quinta-feira, 2 de junho de 2011
DICAS DE COMO USAR OS TAPETES
1. COMO DEFINIR O TAMANHO DO TAPETE DA SALA DE ESTAR
O importante é que o tamanho do tapete - seja ele neutro, colorido, estampado ou liso - esteja perfeitamente adequado às dimensões do espaço. Como é o tapete que demarca o espaço, causa estranheza quando ele é
desproporcional ao tamanho do ambiente. Assim, um modelo muito pequeno em frente ao sofá pode ficar esquisito, "com cara de capacCHO". No entanto, se o "tapetinho" for uma peça preciosa, um modelo oriental cheio de estilo, que você ama e quer mostrar, não se acanhe! Pode colocá-lo sobre um modelo neutro. "Um tapete de sisal natural serve de moldura e destaca o seu 'bijou', como um quadro". Mesmo sem regras rígidas, é fácil acertar no tamanho do tapete. Os profissionais aconselham um modelo que tenha no mínimo a largura do sofá e entre embaixo do móvel - pode ser usado com um metro pra dentro ou mesmo faciando o sofa , o que fica mais leve. "Em um ambiente grande, fica chique usar um tapete que abrigue todos os móveis". Atenção: os tapetes delimitam os ambientes. "Quando existe um tapete no estar, a tendência das pessoas é ficar na área demarcada por ele".

2. ONDE E COMO POSSO USAR TAPETE REDONDO?
Tapetes redondos são difíceis de usar. Eles atraem quem se identifica com o estilo moderno. "Mas não é fácil distribuir os móveis sobre um tapete redondo".Gosto de utilizá-los em ambientes contemporâneos, às vezes, até descentralizado em relação ao ambiente. Eles ficam bem em livings, salas de TV e escritórios.

3. QUAL O TAMANHO IDEAL PARA UM TAPETE QUE VAI FICAR SOB A MESA DE JANTAR?
O ideal é cada borda ter 1 m a mais do que a área ocupada pela mesa. Você precisa ter espaço para arrastar as cadeiras sem que elas enrosquem no tapete, mas em tempos de espaços mínimos nem sempre é possível atender a essa medida. O mínimo seria 70 cm de sobra. Quanto aos contornos do modelo, é necessario levar em conta o formato da mesa. Tapetes quadrados combinam com tampos redondos e quadrados. Já os retangulares se harmonizam melhor com móveis retangulares e ovais. Outro detalhe importante: para se prevenir contra manchas, prefira materiais resistentes a lavagens freqüentes, como os de pura lã e o 100% náilon.

4. COMO USAR TAPETES NOS QUARTOS?



Em ambientes com piso de madeira, cerâmica ou pedra, a solução mais interessante é colocar um tapete retangular no sentido contrário ao da cama, de forma que ele fique sobrando nas laterais e na frente - uma versão elegante dos três tapetinhos que antes circundavam o móvel. Nos quartos com carpete, os especialistas recomendam não colocar tapete, pois o revestimento já cumpre a função de aconchego.

5. ESTAR, JANTAR , TV, COMO COMBINAR OS TAPETES EM AMBIENTES PROXIMOS?
Eles não precisam - e nem devem - ser iguais. Senão acabam parecendo um carpete. Busque um denominador comum entre os modelos: pode ser a cor, a textura, uma estampa ou até a moldura de acabamento. Quanto à distância entre eles, é preciso estudar caso a caso. Tudo depende da disposição dos móveis, volumetria, espaço


. Com bom senso, pode-se mesclar até três estilos diferentes de tapete. Entre os tradicionais, o aubusson (de desenhos e cores suaves e motivos florais) é o mais procurado. Entre os modernos, os artesanais têm feito sucesso. Outra tendência forte é trabalhar com peças de mesmo tom, mas com tramas de alturas variadas. O resultado é uma composição harmônica, com um movimento visual bem agradável.
Postado por STUDIO ROBERTO REIS às 04:18 0 comentários
Dicas de como usar os Tapetes.
1. COMO DEFINIR O TAMANHO DO TAPETE DA SALA DE ESTAR.
O importante é que o tamanho do tapete - seja ele neutro, colorido, estampado ou liso - esteja perfeitamente adequado às dimensões do espaço. Como é o tapete que demarca o espaço, causa estranheza quando ele é
desproporcional ao tamanho do ambiente. Assim, um modelo muito pequeno em frente ao sofá pode ficar esquisito, "com cara de capacho". No entanto, se o "tapetinho" for uma peça preciosa, um modelo oriental cheio de estilo, que você ama e quer mostrar, não se acanhe! colocá-lo sobre um modelo neutro. "Um tapete de sisal natural serve de moldura e destaca o seu 'bijou', como um quadro". Mesmo sem regras rígidas, é fácil acertar no tamanho do tapete. Os profissionais aconselham um modelo que tenha no mínimo a largura do sofá e entre embaixo do móvel - mais ou menos até a metade. "Assim, as duas peças parecem estar num mesmo plano, eliminando a confusão visual de piso, tapete e sofá", justifica Maria Lúcia Quaglio, da Fio sobre Tela. "Em um ambiente grande, fica chique usar um tapete que abrigue todos os móveis", opina José Eduardo Haddad, da Marie Camille. Atenção: os tapetes delimitam os ambientes. "Quando existe um tapete no estar, a tendência das pessoas é ficar na área demarcada por ele", diz a arquiteta Francesca.
Postado por STUDIO ROBERTO REIS às 03:49

1 de jun de 2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011
ESTANTES NA DECORAÇÃO
Eu adoro estantes! São móveis versáteis, com multifuncionalidade (guardar, embelezar, dividir) e que podem ser um diferencial enorme na sua decoração. Então, selecionei as abaixo, para inspirar vocês, que estão pensando em como guardar aquele monte de coisas, como dividir um espaço de uma forma que não prejudique a ventilação e iluminação ou como dar um up na sala sem quebrar nada ou quase nada…

Espaço debaixo da escada , muito bem usado para um cantinho de leitura

Apesar de ocupar grande parte da parede, a leveza se mantem devido ao fundo e ao material usado.

Outra estante super leve, presa a parede e ao chão de forma original.

A laca alaranjada alegra o espaço, mas não pesa devido as poucas prateleiras em branco.

Repare nas prateleiras, desencontradas ,e como foi resolvido o desnível da parede.

Perfeita para dividir ambientes pequenos. Se precisar de privacidade, faça a com fundo ou frente para os dois lados.
Postado por STUDIO ROBERTO REIS às 06:19 0 comentários
UM POUCO SOBRE JANELAS...
As janelas antigamente eram mais charmosas. Muito mais charmosas.
Assim como as casas, vieram perdendo o charme em função da praticidade e da industrialização.

E um pouco também pela falta de ousadia dos artiquetos, designers e outras coisas assim…
Quer uma prova?
É só observar as fotos dessas charmosas janelas.

É mentira?





Postado por STUDIO ROBERTO REIS às 06:14 0 comentários
terça-feira, 31 de maio de 2011
Dia 14 de junho abre , na OCA, o Salão Design São Paulo, com exposisção e palestra dos imãos Campana
O Insituto Nacional de Moda e Design e a empresa Luminosidade, que promove o São Paulo Fashion Week juntou-se a um grupo de especialistas para criar um projeto totalmente focado no design, projetando o Brasil como um importante player neste segmento. Com a participação de 18 galerias e lojas de design, entre eles Bertolucci, Estúdio Claudia Moreira Salles, Passado Composto, Galeria Luisa Strina, Galeria Baró, Ovo – Luciana Martins e Gerson de Oliveira, Artemobilia, Collectors, Firma Casa, Galeria Döiz e Modernariato, o Salão mostra cerca de 120 peças únicas ou de edições limitadas de designers como Zanini de Zanine, Rodrigo Almeida, Guto Requena, Camila Sarpi, irmãos Campana, o portugues Miguel Rios, Claudia Moreira Salles, Zanine Caldas, Hugo França, John Gray, Gerson de Oliveira e Luciana Martins. Algumas das peças, inclusive, estão sendo feitas exclusivamente para participar do salão. Todas elas podem ser adquiridas por colecionadores ou interessados em design. A primeira edição faz uma homenagem aos Irmãos Campana, com expô de alguns de seus desenhos encomendados pela Alessi e que agora estão no Museu da marca na Itália. Além da palestra da dupla, uma programação paralela de seminários e workshops vai aprofundar ainda mais o tema e seus desdobramentos. Veja aqui alguns dos trabalhos dos Campana que estão fazendo sucesso . Local: OCA, Parque Ibirapuera, Endereço: Av Pedro Álvares Cabral s/nº – Portão 3/ São Paulo- SP (Haverá serviços de vans e carrinhos de golfe, gratuitos, para transportar visitantes da Bienal para a OCA, e vice-versa) Data da abertura: dia 14, às 18 horas (preview para convidados) Visitação: Dias 15 a 17 de junho, das 14h às 22h; Dias 18 a 19 de junho, das 12h às 20h. Entrada gratuita/ credenciamento no local . Programação Palestras e Workshops .
Segue algumas peças dessa dupla brasileira que conquistou o mundo com o seu design inovador , simples e ao mesmo tempo tão diferenciado.






Postado por STUDIO ROBERTO REIS às 10:55

30 de mai de 2011

FASHION RIO/2012


25/05/2011 às 18:00

Fashion Rio Verão 2012: veja croquis dos desfiles da temporada

ASSUNTOS: Fashion RioModa
Falta pouco para conhecermos as tendências que serão hit no verão de 2012. Na próxima segunda-feira (30) e até sábado (4), o Píer Mauá abre as portas para o Fashion Rio e seus desfilesdas principais grifes cariocas. Nesta temporada, o tema do evento é o “Universo Tropical” que desenhou o lifestyle brasileiro com criatividade e sensualidade. Algumas marcas que desfilavam no São Paulo Fashion Week, como 2nd Floor, estreiam no evento. O estilista Alexandre Herchcovitch traz a Herchcovitch para o evento carioca.

CONFIRA O LINE-UP COMPLETO DO FASHION RIO VERÃO 2012

E para aqueles que não conseguem controlar a ansiedade, reunimos abaixo alguns croquis das roupas que serão mostradas na passarela do evento. Confira:

croquis fashion rio verão 2012

N/A
 
1/6
Acquastudio
A Acquastudio buscou inspiração no cubismo para a coleção de verão 2012

ESCRITORIO EM CASA


Escritório em casa

Trabalhar em casa é prático, mas requer um espaço confortável e organizado. Assim, as tarefas são concluídas com menos esforço e mais prazer. Veja ideias para o seu home office

1 de 19 fotosiniciar slideshow
Marido e mulher dividem o escritório de 15m² neste apê. A estante tipo colmeia, feita de MDF, organiza as revistas dela. Sob o tampo de vidro da mesa, ele se diverte com um quebra-cabeças de 3 mil peças, que também ajuda a decorar o ambiente
Editora Globo / Casa e Jardim

Como organizar o guarda-roupa

Como organizar o guarda-roupa

iluminaçao poe studioroberto reis


SEGUNDA-FEIRA, 30 DE MAIO DE 2011

TIPOS DE ILUMINAÇÃO

Existem cinco tipos distintos de iluminação.Vamos te apresentar cada um deles. Cada um tem uma funcionalidade e cumpre umas necessidades específicas. Os diferentes tipos de iluminação são as seguintes:

A iluminação de ambiente se designa à iluminação geral de uma habitação, iluminada em todo o seu volume. Este iluminação pode ser criada por apliques, luzes de teto. Se este tipo de iluminação procede duma única fonte, seria mais eficaz multiplicar os pontos de luz colocando varias lâmpadas na habitação. A sensação é mais confortável e economiza energia, pois nem sempre necessitamos da mesma intensidade de luz.

A iluminação pontual é a que se limita a um lugar particular: uma mesa, uma cabeceira, etc. Trata-se pois de uma luz suplementar que aponta para um ponto concreto da habitação e que deixa outros lugares na sombra.

Tipos de iluminação

Para destacar um elemento decorativo utilizamos a iluminação decorativa. Esta iluminação pontual permite por em destaque um quadro ou destacar qualquer outro objeto dentro de uma divisória. Com a ajuda deste tipo de iluminação, podemos modelar volumes e criar sombras, que são dois aspectos muito atrativos da iluminação na decoração de interiores.

A iluminação funcional é a que se adapta às atividades da casa: cozinha, casa de banho, … Também a utilizamos em corredores e escadarias. É um tipo de luz que raramente é estética, mas sim um papel funcional de comodidade e segurança.

E por último temos as luzes vivas, que permitem criar uma iluminação em movimento. A este tipo de iluminação também se dá o nome de iluminação cinética. Exemplos destes tipos de luz são: a luz das velas ou da fogueira. Normalmente é uma luz mais débil que a dos outros tipos, mas é uma luz mais calorosa. É uma luz que transmite mais sensações e mais vivacidade do que as outras.